Os “sem rumo” da vida!

Muitos trilham a estrada da vida sem saber o porquê de estar aqui ou para onde estão indo.
É grande hipocrisia colocar o homem como um ser desprovido das coisas concernentes a Deus ou à religião, se assim queiram chamar. Seria a mesma coisa de tentar separar o ser humano dos seus próprios sentidos e, isso, não teria nenhuma razão de ser. O homem é um ser que tem a sua origem em Deus, como amputá-lo dessa verdade?

Nos dias atuais, a ordem é: “Não fale em Deus”. “Deus é religião”, “O Estado é laico, assim como a Escola e a Política”. Não misture as coisas. Cada um em seu devido lugar”. Isso é colocado como uma sutileza para afastar o homem de Deus. Assim, Deus foi banido dos lugares que Ele deveria ocupar, o primeiro lugar. É tanta a indiferença em relação a Deus e seus valores que, para a maioria, torna-se vergonhoso ou repugnante quando alguém tenta inserir Deus e a fé nos contextos seculares, em maior ou menor grau. Mas como separar o homem daquilo que ele é, como separá-lo da sua própria essência?´

Apesar de haver um clamor internalizado em cada cidadão deste planeta, os homens tomam direções independentes daquilo que eles são, seres espirituais. Assim, os homens continuam a sua caminhada sem rumo ou direção até chegar à linha final, quando terão que enfrentar o autor da vida. Desesperados, chocam-se com a realidade da sua essência. Nesse momento, o conceito sobre Deus toma outra versão: “Deus é bom, é tudo, e teria por obrigação me aceitar, porque eu também sou bom”. Tarde demais, como Deus receberia alguém que o ignorou por toda a vida e sem arrependimento?

Sabemos que ainda que os governantes e legisladores queiram assumir o controle das ações dos homens, criando leis e rotas, segundo o seu bel prazer e intenções de seus próprios corações, não anulam a voz interior do homem, silenciosa e desesperada, que grita por algo que o norteie e o satisfaça. Cabe a cada um deixar-se guiar pelo seu próprio clamor e traçar o seu caminho com Deus, ou se deixar influenciar pelas tendências dos “formadores de opinião” e continuar sem rumo pela estrada da vida.

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